- O ar no quarto rosa de Chika estava parado, exceto pelo rítmico virar das páginas. Chika Fujiwara estava sentada, debruçada sobre um volume encadernado em couro e esfarrapado que encontrara nos recônditos da biblioteca da academia. Era uma fantasia sombria e sinistra — um mundo de lama, ferro e uma princesa caída, vendida para servir ao povo comum. Para Chika, cuja vida era definida por luzes brilhantes e jogos de...